Com o pesar da inutilidade no corpo repenso tudo outra vez e revejo o filme: as dualidades yin yang e luz-sombra sempre presentes e vivas, a traçar o trilho da jornada como bússolas imprescindíveis; o travo amargo do "tarde demais" e a dualidade prazer-pés na terra a arrombar a porta das traseiras - como de costume -, com uma graciosidade que traz as lágrimas aos olhos e um sentimento de impotência que pesa mais que o Mundo sobre os ombros de alguém. Quando vou acordar?! Abrir os olhos não basta: é preciso erguer o corpo e abandonar o ninho confortável e convidativo (ao permanecer.
(apesar de tudo continuas a ser a luz mais azul...)
3 comentários:
isto está escuro aqui, mas não deixas de ser brilhante. *
(pensei em ti, tentava lembrar-me até quando ficarás pela terra das tulipas, mas não me conseguia lembrar. ando fora daqui. espero-te bem, também. quanto à ridiculous thought, fizeste com que a ouvisse, tive que mudar de musica rapidamente. caso contrário, a esta hora estaria a ouvir a linger e sabe-se lá quais os efeitos que isso teria)
parece-me bem. ^^
aguardo o teu regresso, então. que venha esse passeio/café.
(é exactamente por gostar ao ponto de ficar tristonha e saudosista é que não quero ouvir. mesmo que seja uma musica muito bonita)
C.atarina
Abrir os olhos é tão mais fácil que abandonar ninhos... Sobretudo para quem os ama e os decorou com amor.
Mas sabe bem, a liberdade de voar céus...
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