quarta-feira, 11 de novembro de 2009

silent Alarm

Com o pesar da inutilidade no corpo repenso tudo outra vez e revejo o filme: as dualidades yin yang e luz-sombra sempre presentes e vivas, a traçar o trilho da jornada como bússolas imprescindíveis; o travo amargo do "tarde demais" e a dualidade prazer-pés na terra a arrombar a porta das traseiras - como de costume -, com uma graciosidade que traz as lágrimas aos olhos e um sentimento de impotência que pesa mais que o Mundo sobre os ombros de alguém.
Quando vou acordar?! Abrir os olhos não basta: é preciso erguer o corpo e abandonar o ninho confortável e convidativo (ao permanecer.
(apesar de tudo continuas a ser a luz mais azul...)