e com as pálpebras dormentes e cansadas do fumo da mente deixou-se sorver no fumo líquido e volátil que se dissolvia na atmosfera amena do quarto, de olhos bem fechados.. - mais uma vez.
(..)
os ecos de melodias passadas, pesados, não deixam de a perseguir compulsiva e avidamente, com sede de abutre; tenta contorná-los mas resulta sempre entropia caótica interior. afinal, o Quê? o porquê,não o encontra, só o como ou o quando.
os esqueletos imóveis, outrora trancados no armário, voltam a conseguir escapar e a deixar as habituais sequelas como legado memorável, a cada passo largo.
e de repente? (desvaneceu-se.)

Sem comentários:
Enviar um comentário